musicadiscreta


PODCAST MESOAMÉRICA

JORGE REYES: MÚSICA DO MÉXICO PRÉ-COLOMBIANO 

A música e os rituais dos MAIAS e ASTECAS recriados pelo multiinstrumentista mexicano JORGE REYES.

Em discos e apresentações ao vivo, ele combina instrumentos indígenas e seu próprio corpo num diálogo com a tecnologia eletrônica.

Uma tapeçaria sonora de caráter ancestral, baseada na sonoridade das flautas pré-hispânicas, tambores e cerâmicas, além de sintetizadores e sua própria voz.

 

 

Pueblos Indígenas. No México é possível ouvir Náhuatl e outras línguas indígenas [ Mixteco, Tlapaneco ] no Rádio. O que é o exótico?

 

Ouça: http://canal.podcast1.com.br/musica_discreta

 

Para quem gosta de: Sonoridades autóctones. [ Uakti. ] Ambientes primitivos e eletrônicos. [ Eduardo Agni. ] Etnomusicologia. [ Rock Progressivo. ] Trilhas imaginárias. [ Xamanismo. ] Paisagens oníricas. [ Música corporal. ] 



Escrito por Roberto D Ugo Jr. às 10h22
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PODCAST ESCRITA AUTOMÁTICA

SONHOS E SEGREDOS DA VANGUARDA MUSICAL: CANTOS ILUMINADOS

Ouça: http://canal.podcast1.com.br/musica_discreta

Nesta edição, peças experimentais de Robert Ashley e Alvin Curran. Esses dois músicos norte-americanos são também importantes artistas performáticos. Fazem parte da geração de compositores que nos anos 70 buscou caminhos alternativos para a música contemporânea, distanciando-se radicalmente dos modelos europeus baseados no serialismo.

 

Tanto Ashley quanto Curran se interessaram pela performance, pelo teatro musical e pela criação de música eletrônica ao vivo. Exploraram a voz, a eletrônica e a psicoacústica em abordagens arquitetônicas, ambientais.

 

 Man Ray: Hands on lips (1929)

 

Pioneiro da arte interdisciplinar e multimídia, Ashley nasceu em Michigan, em 1930. Seguindo a trilha aberta pelo videoartista sul-coreano Nam June Paik, dedicou-se a criação de vídeo-óperas, levando dramaturgia de vanguarda à telinha. Seu principal interesse é ainda a linguagem falada, a oralidade mediada pela eletrônica. Ashley é um poeta-linguista que compõe com o microfone (e com a câmera de vídeo). As vozes são seus personagens. Trabalha com os ritmos naturais da fala: a fonética em diálogo estético com a eletrônica. 

 

 Robert Ashley

 

Em “Automatic Writing”, de 1979, ele materializa uma espécie de monólogo interior, um discurso involuntário construído a partir de pensamentos espontâneos e associações verbais. São sussurros rítmicos captados a apenas alguns milímetros do microfone. Um murmúrio que vibra no éter, uma hipnótica canção ao fundo (R&B). Um diálogo onírico que ameaça revelar segredos insuspeitados.

 

Ashley estudou psicoacústica e síntese vocal

 

Como já disse o musicólogo Jorge Lima Barreto, ao ouvir a música de Ashley, "temos a impressão de estarmos no interior de um confessionário", um confessionário surrealista talvez. Para outros, mais próximos ao compositor, sua música funcionava como trilha sonora ideal para viagens lisérgicas. É um trabalho intimista, sem dúvida. As vozes em “Automatic Writing” são do próprio Ashley e de Mimi Johnson (que traduz seus pensamentos em francês). “Escrita Automática”, Robert Ashley.

  

 Alvin Curran: compsitor-performer

 

Natural de Rodhe Island e oito anos mais jovem que Ashley, Alvin Curran encontrou seu ambiente artístico na Itália, mais precisamente em Roma. Curran é um dos fundadores do grupo Musica Electronica Viva.

 

Trabalhando com sons pré-gravados (paisagens sonoras) e improvisações, produziu uma série de longas performances solo. Essas peças tomaram a forma de "composições" ao longo de um processo contínuo de apresentações ao vivo. Apenas depois foram gravadas em disco. São obras de caráter ambiental, como "Songs and Views from the Magnetic Garden", "The Works",  e "Canti Illuminati", esta última criada entre 1975-1978. 

 

Além de empregar frequentemente sua própria voz em fantasmagóricas vocalizações, Curran manipula gravadores e outros dispositivos eletrônicos em tempo real. Toca também  flugelhorn e sintetizadores. Sua música é marcada por um estranho lirismo.

 

Ouça: http://canal.podcast1.com.br/musica_discreta



Escrito por Roberto D Ugo Jr. às 10h56
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PODCAST EM EXPOSIÇÃO

BLOOKS – o vasto universo da palavra na web, entre blogosferas e podosferas

 

Dois episódios do podcast "música discreta" foram selecionados para a exposição multimídia

"Blooks - Tribos & Letras na Rede"

A mostra apresenta um panorama da produção literária na internet (prosa, poesia, grafismos, quadrinhos e podcasts).

 

Idealizada pela crítica literária Heloisa Buarque de Hollanda, a exposição tem curadoria de conteúdos de Bruna Beber e Omar Salomão.

 

O artista gráfico Gustavo Moura e a designer Sonia Barreto respondem pelas ambientações multimídia, pelos espaços sensoriais.

 

São mais de 200 trabalhos, de vários artistas e autores.

 

Até o dia 30 de setembro no espaço Oi Futuro (Rio de Janeiro).

Veja o convite/catálogo da exposição: blooks.pdf

 foto colhida em  www.blogdeguerrilha.com.br

Eis o serviço:

Blooks - Tribos & Letras na Rede
Concepção e Curadoria Geral: Heloisa Buarque de Hollanda
Curadoria de conteúdo: Omar Salomão e Bruna Beber
De 8 a 30 de setembro
Oi Futuro - Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo - Nível 4
Tel: (21) 3131-3060
Classificação etária livre - Entrada franca
http://www.oifuturo.org.br/oifuturo.htm#/espacocultural/multimidia.asp

Diálogos sedutores entre literatura, artes visuais e rádio -- na simultaneidade toda envolvente da Cibercultura!

Se estiver no Rio, apareça lá!

Ouça aqui os podcasts selecionados: "Tyger! Tyger!" e "Out of The Ruins".

http://canal.podcast1.com.br/musica_discreta

Blook [bluk – anglicismo de blog + book] s. m. é

1. Gênero surgido na internet que se utiliza da formatação dos blogs para publicar obra literária ou artística.

2. Textos de um blog impressos em formato de livro.

3. Gíria nos cassinos norteamericanos para a carta Curinga.

+ sobre a exposição:



Escrito por Roberto D Ugo Jr. às 19h07
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